O que você pode fazer com a Public API da Strike

Last updated: October 19, 2026

A Public API permite que sua equipe leve os dados da Strike para as ferramentas que já usa: um SIEM, um sistema de tickets, um dashboard interno ou um relatório de compliance. Assim, suas informações de segurança ficam onde sua equipe trabalha, sem que alguém precise abrir a plataforma para copiá-las.

A que ela dá acesso

  • Threat Emulations: status, configuração de testing, assets no escopo e histórico de execuções.

  • Assets: tipo, relevância para o negócio, ambiente e as Threat Emulations às quais cada um pertence.

  • Vulnerabilities: severidade, status, evidência, correção sugerida e o histórico completo de triagem e retests.

  • Projects: testing manual realizado por Strikers, com sua metodologia, status, datas e targets.

Se você pode ver na plataforma, pode ler pela API.

O que ela não faz

  • A API é somente leitura: não é possível criar, modificar nem excluir nada por meio dela.

  • As credenciais de um asset nunca são retornadas. A API apenas indica se o asset as possui ou não.

  • Cada key funciona para uma única organização, e não há como acessar os dados de outra organização com ela.

A visibilidade das vulnerabilidades segue a configuração de triagem da sua organização: um achado que você não pode ver na plataforma nunca aparece em uma resposta da API.

Duas formas de obter os dados

  • Consultá-los: seus sistemas chamam a API quando precisam, por exemplo com uma sincronização noturna das vulnerabilidades abertas para o seu sistema de tickets.

  • Recebê-los: você assina webhooks e a Strike envia um evento aos seus sistemas no momento em que algo acontece. Para mais detalhes, consulte Como receber eventos de webhook.

A maioria das equipes usa as duas: webhooks para reagir no momento e chamadas à API para manter uma cópia completa sincronizada.

Como começar

  1. Crie uma API key em Settings → API Keys. Para mais detalhes, consulte Como criar e gerenciar API keys.

  2. Entregue-a a quem vai construir a integração, por meio do seu gerenciador de segredos.

  3. Peça ao seu CSM a referência da API, que lista todos os endpoints, campos e filtros disponíveis, e compartilhe-a com essa pessoa.

Este artigo explica para que serve a API. A referência explica como chamá-la e é o complemento técnico para quem escreve a integração.