O que você pode fazer com a Public API da Strike
Last updated: September 9, 2026
A Public API permite que sua equipe leve os dados da Strike para as ferramentas que já usa: um SIEM, um sistema de tickets, um dashboard interno, um relatório de compliance. Assim suas informações de segurança ficam onde sua equipe trabalha, em vez de alguém abrir a plataforma para copiá-las.
A que ela dá acesso
Threat emulations: estado, configuração de testing, os assets em escopo e o histórico de execuções
Assets: tipo, relevância para o negócio, ambiente e as threat emulations às quais cada um pertence
Vulnerabilities: severidade, estado, evidências, fix sugerido e o histórico completo de triage e retests
Projects: engajamentos de testing manual, com sua metodologia, estado, datas e targets
👉 Se você consegue ver na plataforma, consegue ler pela API.
O que ela não faz
A API é somente leitura: nada pode ser criado, alterado ou excluído por ela
As credenciais associadas a um asset nunca são retornadas, apenas se o asset as tem ou não
Cada key funciona para uma única organização, e não há forma de acessar os dados de outra organização com ela
👉 A visibilidade de vulnerabilidades segue a configuração de triage da sua organização. Um achado que você não vê na plataforma nunca aparece em uma resposta da API.
Duas formas de obter os dados
Solicitar. Seus sistemas chamam a API quando precisam, por exemplo com uma sincronização noturna das vulnerabilidades abertas para o seu sistema de tickets
Ser avisado. Você assina webhooks e a Strike envia um evento para seus sistemas no momento em que algo acontece, sem nada para consultar periodicamente
👉 A maioria das equipes usa as duas: webhooks para reagir na hora, e chamadas à API para manter uma cópia completa sincronizada.
Como começar
Crie uma API key em Settings → API Keys
Entregue-a a quem vai construir a integração, através do seu gerenciador de segredos
Passe a referência da API, que lista todos os endpoints, campos e filtros disponíveis
👉 Este artigo explica para que serve a API. A referência explica como chamá-la e é o complemento técnico para quem escreve a integração.