Como adicionar um novo asset

Last updated: October 16, 2026

Um asset é um ativo do seu negócio que você quer testar, por exemplo uma aplicação web ou uma API. Para testá-lo, você o inclui em uma Threat Emulation. Um asset bem configurado permite obter resultados mais precisos e maior cobertura.

Para criar um asset, você precisa do papel Owner ou Operator.

Você pode criar um asset de duas formas:

  • Na seção Assets, com + Add New Asset. É o que este artigo explica.

  • A partir de uma Threat Emulation, na etapa Scoping, adicionando um novo asset. Para mais detalhes, consulte Como criar uma Threat Emulation.

Nos dois casos, as informações gerais, as credenciais e a documentação técnica ficam salvas no asset e são herdadas pelas Threat Emulations que o incluírem. Para mais detalhes, consulte Como a configuração é herdada entre um asset e uma Threat Emulation.

Passo 1: General

Clique em + Add New Asset na seção Assets. Nesta etapa você define a identidade e o contexto do asset.

Informações básicas

  • Target reference: o endereço do asset, por exemplo https://app.minhaempresa.com.

  • Asset name: um nome claro para identificá-lo, por exemplo "Backoffice" ou "API de pagamentos".

  • Environment: o ambiente em que está implantado: Development, Staging ou Production.

  • Relevance: quão crítico é o asset para o seu negócio.

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Description (recomendado)

Em Description, você descreve o que é o asset e como ele funciona. É o contexto que o agente de IA da Strike usa para simular cenários de ataque mais realistas. Por exemplo:

  • O que o asset faz e seus fluxos principais.

  • Papéis de usuário e o que cada um pode fazer.

  • Dados sensíveis e lógica de negócio relevante.

  • Stack tecnológico e arquitetura, se aplicável.

Evite incluir prompts do tipo "aja como pentester", listas completas de endpoints (elas vão na documentação técnica) ou contexto genérico que não agregue valor. Para mais ideias, consulte O que incluir na Description de um asset e em Additional information.

Documentação técnica (recomendado)

Você pode anexar arquivos que ajudem a entender o sistema:

  • Swagger / OpenAPI ou coleções do Postman, com a lista completa de endpoints.

  • Diagramas de arquitetura ou de fluxos de negócio importantes, como login, pagamentos ou onboarding.

  • PDFs com documentação funcional.

Essas informações permitem identificar rotas de ataque mais complexas, melhorar a cobertura do testing e reduzir falsos positivos. A documentação técnica do asset também é usada nas execuções das Threat Emulations que o incluem.

Passo 2: Settings

Nesta etapa você configura como o agente de IA da Strike vai interagir com o asset.

Autenticação (recomendado)

As credenciais permitem testar também o que está atrás do login. Sem credenciais, o testing se limita à superfície pública. Tipos suportados:

  • Usuário e senha

  • Cookies

  • Headers personalizados

Recomendações:

  • Use credenciais de teste, não usuários reais.

  • Para APIs, prefira a autenticação por meio de headers (Authorization).

  • Cadastre uma credencial para cada papel que você quiser avaliar.

Restrições de testing

Elas permitem adaptar o testing ao ambiente do asset:

  • Rate limit: quantidade máxima de requests por minuto.

  • Schedule restrictions: faixas de horário em que não é possível testar.

  • Test exclusions: tipos de teste que você não quer que sejam executados, por exemplo DoS e stress testing, força bruta agressiva ou testes destrutivos.

Passo 3: Confirmation

Antes de criar o asset, a plataforma mostra um resumo da configuração: informações gerais, Description e documentação, credenciais e restrições. Revise e confirme.

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Depois de criar o asset

Criar o asset não inicia o testing nem consome créditos. Para testá-lo, inclua-o em uma Threat Emulation. Você pode fazer isso de duas formas:

A partir do detalhe do asset

  1. Abra o detalhe do asset.

  2. Clique em Start test. A plataforma leva você ao fluxo de criação de uma Threat Emulation com esse asset já carregado no escopo.

  3. Complete a configuração e confirme.

A partir da seção de Threat Emulations

  1. Vá para a seção Threat Emulations e crie uma nova Threat Emulation.

  2. Na etapa Scoping, clique em Browse inventory e selecione o asset.

  3. Complete a configuração e confirme.

Para mais detalhes sobre o fluxo de criação, consulte Como criar uma Threat Emulation.

Antes da primeira execução, certifique-se de que os IPs da Strike estejam autorizados no seu firewall ou WAF. Para mais detalhes, consulte Como autorizar os IPs da Strike.

Você pode editar o asset a qualquer momento a partir do detalhe dele. As mudanças impactam as Threat Emulations que usam a configuração padrão do asset.

Checklist

Antes de incluir o asset em uma Threat Emulation, verifique se ele tem:

  • Uma Description clara e relevante.

  • Documentação técnica anexada (OpenAPI, Postman, PDFs).

  • Credenciais configuradas e válidas.

  • O Environment correto.

  • A Relevance definida.

Perguntas frequentes

Criar um asset consome créditos?

Não. Os créditos são consumidos quando uma Threat Emulation que inclui o asset é executada.

Posso criar um asset diretamente a partir de uma Threat Emulation?

Sim. Na etapa Scoping, adicione um novo asset. A configuração que você preencher ali fica salva como a configuração padrão do asset.