Perguntas frequentes (FAQs)
Last updated: October 20, 2026
Esta seção reúne as perguntas mais comuns sobre o funcionamento da plataforma, seus recursos e seu uso em diferentes contextos.
O objetivo é esclarecer dúvidas habituais e facilitar a adoção do modelo de testes contínuos, trazendo clareza sobre como a Strike opera e o que se pode esperar da plataforma.
Sobre a plataforma
O que a Strike faz exatamente?
A Strike permite descobrir, testar e validar continuamente a segurança dos seus ativos digitais, combinando inteligência artificial com validação especializada. Funciona como um pentester sempre ativo sobre a sua superfície de ataque.
Os testes são organizados em Threat Emulations: cada uma agrupa um ou mais assets e define como e quando eles são testados. Para mais detalhes, consulte O que é uma Threat Emulation e como interpretá-la.
Preciso executar os testes manualmente?
Não. Depois que você cria uma Threat Emulation, ela é executada de acordo com o seu tipo:
Full security: é executada automaticamente com a recorrência que você escolher (Monthly, Quarterly ou Semiannual), ou uma única vez se você não ativar a recorrência.
Change-based: é executada automaticamente quando há mudanças nos repositórios que você escolher.
Focused: é uma execução pontual que você inicia quando precisar.
Em cada execução, a plataforma também revalida automaticamente as vulnerabilidades reportadas.
Que tipos de ativos ela pode testar?
A plataforma avalia principalmente:
Aplicações web
APIs
Serviços de backend
Também pode operar em ambientes privados por meio de VPN ou configurações de acesso.
Sobre os testes
Como ela detecta novos ativos?
A plataforma utiliza mecanismos como External Radar e Cloud Radar para descobrir ativos e mudanças na superfície de ataque de forma contínua. Isso permite manter um inventário atualizado sem processos manuais.
E se meus sistemas estiverem protegidos (VPN, autenticação etc.)?
A Strike pode se adaptar a diferentes níveis de acesso:
Testes da superfície pública, sem credenciais (modo blackbox).
Acesso controlado por meio de VPN.
Uso de credenciais ou tokens para testar o que está atrás do login.
O nível de cobertura depende do acesso que você configurar. Para mais detalhes, consulte Como cadastrar credenciais para os testes.
Como os falsos positivos são tratados?
Todos os achados passam pela triagem do Hacking Team da Strike antes de serem reportados, e os críticos também são reproduzidos e validados manualmente. Isso reduz significativamente o ruído e garante que os resultados sejam acionáveis.
A IA consegue detectar vulnerabilidades complexas?
Sim. A plataforma não se limita a uma varredura automatizada:
Raciocina sobre o comportamento do sistema.
Executa técnicas de ataque como um atacante real.
Pode detectar falhas de lógica de negócio.
O modelo híbrido (IA e especialistas) permite alcançar uma cobertura similar ou superior à de um pentest tradicional.
Sobre a operação
Pode afetar a operação dos meus sistemas?
A plataforma foi projetada para operar com segurança em ambientes de produção:
Não executa ações destrutivas.
Respeita os limites que você define, como o rate limit e as restrições de horário.
Inclui monitoramento em tempo real.
Para automaticamente diante de comportamentos anômalos.
Conta com um mecanismo de interrupção imediata (kill switch): Cancel execution.
Para mais detalhes, consulte Como o agente de IA da Strike opera sobre os seus assets: escopo, limites e controles.
Posso interromper os testes?
Sim. Você pode pausar uma Threat Emulation com Pause para que ela não seja executada até que você a retome, ou interromper a execução em andamento com Cancel execution. Para mais detalhes, consulte Como pausar uma Threat Emulation ou cancelar uma execução.
Pode ser usada para validar novos releases?
Sim. Com uma Change-based Threat Emulation, os testes são executados automaticamente a cada pull request ou a cada novo release, conforme a sua configuração. Você também pode iniciar uma Focused Threat Emulation para testar uma funcionalidade específica. Para mais detalhes, consulte Como configurar uma Change-based Threat Emulation e O que é e como executar uma Focused Threat Emulation.
Sobre segurança e dados
Meus dados estão protegidos?
Sim. A plataforma implementa controles de segurança, criptografia e isolamento para proteger as suas informações, e não utiliza dados de clientes para treinar modelos. A Strike é certificada em ISO 27001, SOC 2 e HIPAA. Para mais detalhes, consulte Segurança e proteção de dados (Trust).
Esta seção é atualizada continuamente para refletir novos recursos, funcionalidades e boas práticas de uso.