Como fornecer credenciais de teste para o agente de IA da Strike
Last updated: June 25, 2026
Para que o agente de IA da Strike avalie a sua plataforma com o maior alcance e profundidade possíveis, ele precisa conseguir fazer login e operar como faria um usuário real. As credenciais de teste dão a ele esse acesso: sem elas, o agente só consegue analisar a parte pública da aplicação, da mesma forma que aconteceria com um pentester humano sem uma conta. Quanto mais áreas autenticadas ele puder percorrer, mais completa será a avaliação.
Este artigo explica as diferentes formas de fornecer essas credenciais e como escolher a opção que maximiza a cobertura do teste.
Formas de fornecer as credenciais
Há várias maneiras de entregar as credenciais de teste. O fator que define o quanto o agente pode cobrir é apenas um: que em algum momento ele consiga ler o e-mail associado à conta.
Criar as credenciais com um e-mail que o agente possa ler. Por exemplo, uma caixa de entrada de um domínio que a Strike administra (como
@strike.sh). Você cria as credenciais no seu próprio sistema, fora da Strike, e as compartilha com a equipe por meio da plataforma. É a opção mais completa, porque habilita também os fluxos que dependem do e-mail.Compartilhar as credenciais de uma conta existente cujo e-mail associado o agente também possa consultar. Assim como na opção anterior, as credenciais são criadas fora da Strike e compartilhadas com a equipe por meio da plataforma. A cobertura é equivalente.
Permitir que o agente gere as próprias credenciais a partir do portal, quando a sua plataforma admite o cadastro autogerenciado de usuários. Dependendo de como a plataforma está configurada, essa conta pode ter acesso limitado, então é possível que o agente não consiga trabalhar da forma desejada e que alguns fluxos ou áreas fiquem fora do escopo.
Compartilhar as credenciais de uma conta cujo e-mail associado o agente não consegue ler. O teste avança normalmente, mas os fluxos que dependem do e-mail ficam fora do escopo (mais detalhes na seção seguinte).
As opções 1 e 2 são sempre preferíveis, porque dão ao agente a cobertura mais completa. As opções 3 e 4 são as menos desejáveis: dependendo do caso, podem limitar quais áreas ou fluxos chegam a ser testados.
Fluxos que dependem do acesso ao e-mail
Algumas funções de uma aplicação só podem ser testadas se o agente conseguir ler o e-mail associado à conta, porque dependem de uma mensagem que chega à caixa de entrada. Os mais comuns são:
Recuperação de senha
Verificação de e-mail
Autenticação de dois fatores (2FA)
Magic links
Se o agente não conseguir acessar esse e-mail, esses fluxos ficam fora do escopo do teste. Isso não afeta a qualidade nem a profundidade do restante da avaliação: apenas delimita quais áreas podem ser percorridas. Por isso, contar com um e-mail que o agente possa ler permite ampliar um pouco mais a cobertura.
Nossa recomendação
Use credenciais de teste dedicadas, em vez de contas pessoais ou de produção compartilhadas. Assim você mantém o ambiente de teste isolado e sob o seu controle.
Sempre que possível, escolha a opção 1 ou 2: crie as credenciais com um e-mail que o agente possa ler e compartilhe-as com a equipe da Strike por meio da plataforma. Leva alguns minutos e habilita também os fluxos que dependem do e-mail.
Se você preferir outra opção, é possível avançar mesmo assim: o teste continua normalmente, e apenas os fluxos que dependem do e-mail ficariam fora do escopo.
A decisão sobre quais credenciais usar é sua, e define o escopo do teste de acordo com o que melhor se ajusta à sua organização.
Dúvidas sobre o seu caso?
Este tema pode envolver muitos casos específicos, e com frequência os resolvemos de forma personalizada. Se você não tiver certeza de qual é a melhor maneira de fornecer as credenciais na sua situação, fale com o seu Customer Success Manager: ele pode ajudar a encontrar a solução mais adequada.