Requisitos para uma emulação efetiva
Last updated: October 20, 2026
Para obter resultados precisos e relevantes, é fundamental que seus assets e suas Threat Emulations tenham o acesso, o contexto e as restrições bem configurados. Uma boa configuração inicial melhora a qualidade dos testes, permite detectar vulnerabilidades mais profundas e reduz o ruído.
Este artigo resume o que você precisa revisar antes da sua primeira execução, com links para o detalhe de cada tema.
Acesso
Autorize os IPs da Strike no seu firewall, WAF, IDS ou rate limiting antes da primeira execução. Sem isso, os testes podem ser bloqueados e os resultados podem não refletir o risco real. Para ver a lista de IPs e como autorizá-los, consulte Como autorizar os IPs da Strike.
Cadastre credenciais se seus assets têm login. Sem credenciais, os testes se limitam à superfície pública. Para mais detalhes, consulte Como cadastrar credenciais para os testes e Como fornecer credenciais de teste para o agente de IA da Strike.
Configure o acesso a redes privadas se seus assets não são públicos. Ao criar a Threat Emulation, ative Requires VPN / jump host no painel Before we test. Para mais detalhes, consulte Acesso à sua rede interna via VPN.
Contexto e documentação
Preencha a Description de cada asset: o que o sistema faz, seus fluxos críticos, os dados sensíveis e a lógica de negócio relevante. Quanto mais contexto, mais relevantes são os cenários de ataque.
Anexe documentação técnica ao asset, como Swagger / OpenAPI, coleções do Postman ou diagramas de arquitetura. Isso permite identificar rotas de ataque mais complexas, melhorar a cobertura e reduzir falsos positivos.
Use Additional information na Threat Emulation para o contexto que se aplica apenas a essa Threat Emulation.
Para mais detalhes, consulte Como adicionar um novo asset e O que incluir na Description de um asset e em Additional information.
Restrições
Na configuração da Threat Emulation, você pode definir restrições para adaptar os testes ao seu ambiente, algo especialmente útil em produção:
Exclude tests: tipos de testes intrusivos que você não quer que sejam executados, por exemplo DoS ou payloads destrutivos.
Schedule restrictions: faixas de horário em que não é permitido testar.
Rate limit: quantidade máxima de requests por minuto.
Para mais detalhes, consulte Como criar uma Threat Emulation.
Antes de cada execução
No início de cada execução, o Pre-flight Check verifica se seus assets estão acessíveis e se as credenciais funcionam. Se encontrar um problema, ele mostra como resolvê-lo. Para mais detalhes, consulte Como funciona o Pre-flight Check.
Boas práticas
Mantenha a Description dos seus assets clara e atualizada.
Adicione documentação técnica quando estiver disponível.
Configure credenciais para ampliar a cobertura.
Revise as restrições de acordo com o ambiente de cada asset.
O que evitar
Enviar logs sem contexto.
Incluir documentação irrelevante ou desatualizada.
Compartilhar credenciais sensíveis em arquivos anexos.
Adicionar informações que não contribuam para os testes.